quinta-feira, 31 de março de 2011

Liturgia da Palavra: Outrora éreis trevas, mas agora sois luz no Senhor

Dom Emanuele Bargellini
SÃO PAULO, quinta-feira, 31 de março de 2011 (ZENIT.org) - Apresentamos o comentário à liturgia do próximo domingo – VI da Quaresma 1 Sm 1b.6-7.10-13a; Ef 5, 8-14; Jo 9, 1- 41 – redigido por Dom Emanuele Bargellini, Prior do Mosteiro da Transfiguração (Mogi das Cruzes - São Paulo). Doutor em liturgia pelo ‘Pontificio Ateneo Santo Anselmo’ (Roma), Dom Emanuele, monge beneditino camaldolense, assina os comentários à liturgia dominical, às quintas-feiras, na edição em língua portuguesa da Agência ZENIT.

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DOMINGO IV DE QUARESMA

Leituras: 1 Sm 1b.6-7.10-13a; Ef 5, 8-14; Jo 9, 1- 41
 “Laetare, Jerusalém!” Com o nome derivado da primeira palavra latina da Antífona de Entrada, este 4º domingo da quaresma, é apelidado de “Domingo Laetare”, dia de alegria e de luz que antecipa a grande alegria da páscoa. É o próprio Senhor e seu amor fiel, amplamente demonstrado ao longo da história, a razão última da alegria e da esperança para Jerusalém, cidade que o Senhor escolheu e amou como sua esposa. Para ela e junto com ela, ele vai construir um novo futuro, quase uma nova criação - “Alegra-te, Jerusalém! Reuni-vos, vós todos que a amais; vós que estais tristes, exultai de alegria! Saciai-vos com a abundância de suas consolações! (Antífona de Entrada - Is 66, 10-11).
Com o olhar penetrante da fé, a Igreja vislumbra na profecia de Isaías o evento salvador de Cristo e a própria sorte, junto com a da nova humanidade gerada na sua cruz e ressurreição. 
Eis a luz de Cristo! Demos graças a Deus!” Este é o grito de alegria, cantado por três vezes em tom crescente, com o qual a Igreja abre a grande Vigília da noite da Páscoa. É a alegre expressão da fé que o Senhor Ressuscitado está presente no meio da assembléia celebrante e que ela mesma está participando por graça à sua ressurreição. O grande Círio pascal, aceso no fogo novo, e em cuja flama vão se acendendo aos poucos as velas da assembléia orante a caminho, rumo ao recinto da Igreja, é símbolo do próprio Cristo morto e ressuscitado. Ele precede a comunidade dos que acreditam nele, e com sua obra e sua palavra, quebra o domínio das trevas e ilumina o caminho novo da humanidade.
O evento da páscoa de Jesus, com sua vitória sobre as trevas do pecado e da morte, constitui a origem e a meta do caminho do povo de Deus que fica peregrinando na história, iluminado por Cristo. A sua celebração sacramental na noite da Páscoa constitui por sua vez a origem e a meta do caminho quaresmal que cada ano se renova, para atingir, através do dinamismo do Espírito do ressuscitado, uma participação sempre mais profunda à vida de Cristo. 
“Irmãos, outrora éreis trevas, mas agora sois luz no Senhor. Vivei como filhos da luz” (2 leitura – Ef 5,8). O apóstolo destaca que com o batismo não só gozamos da luz do Senhor para conduzir uma vida certa, mas que em força desta relação vital para com ele, “somos luz” no Senhor, participamos do seu ser, da sua vida. Desta participação nasce a possibilidade e o chamado a viver como “filhos da luz”, isso é a atuar e agir com seu mesmo estilo. 
O batismo constitui a inserção dos fiéis no dinamismo vital da páscoa do Senhor. A Igreja, com sábia pedagogia, através da liturgia da palavra dos domingos da quaresma, nos introduz progressivamente no mistério pascal e no coração da iniciação cristã, quase antecipando em síntese o caminho da Vigília pascal. 
O Lecionário, reestruturado pela reforma promovida pelo Concílio Vaticano II, nos entregou novamente, numa sucessão orgânica e eloqüente, as leituras bíblicas que desde os séculos antigos ilustravam na liturgia de Roma o caminho dos catecúmenos rumo à iniciação cristã. Ao longo do tempo ficara perdido o sentido da quaresma como caminho de iniciação, em favor da quaresma como caminho penitencial. As leituras bíblicas correspondentes ficaram dispersas em variadas celebrações das férias, sem a visão original de conjunto. O povo de Deus não teve mais contato orgânico com elas. 
Sobretudo na quaresma - páscoa experimentamos a verdade profunda das afirmações do papa Bento XVI quando menciona a importância do atual Lecionário das Missas: “A reforma desejada pelo Concílio Vaticano II mostrou os seus frutos, tornando mais rico o acesso à Sagrada Escritura que é oferecida abundantemente sobretudo nas leituras do domingo. A estrutura atual, além de apresentar com freqüência os textos mais importantes da Escritura, favorece a compreensão da unidade do plano divino, através da correlação entre as leituras do Antigo e do Novo Testamento, centrada em Cristo e no seu mistério pascal” (Exortação Apostólica Verbum Domini (2010), n. 57).
Nas catequeses oferecidas aos catecúmenos nas homilias mistagógicas dos Padres da Igreja, ou através das imagens dos mosaicos que ornavam as paredes das igrejas antigas, a cena de Jesus que cura o cego de nascença ocupava um lugar central. Como em toda a narrativa do evangelista João, também na narração deste episódio, encontramos a dimensão do evento milagroso e o seu valor de “sinal” destinado a suscitar a fé dos protagonistas e a iluminar a fé dos leitores de cada tempo. 
No relato encontramos dois processos interiores que vão num sentido contrário. O cego passa através de um caminho de iluminação interior que o conduz progressivamente a penetrar sempre mais profundamente o mistério de Jesus e sua relação com ele: reconhece em Jesus inicialmente o homem (Jo 9,11), depois o profeta (v.17), um homem que procede de Deus (v. 33), para desaguar ao fim na confissão da sua fé plena em Jesus Senhor (v. 38). 
Ao contrário, as autoridades se envolvem numa progressiva cegueira. Não querem reconhecer a manifestação de Deus em Jesus. Prisioneiros dos próprios preconceitos, presumem “ver e julgar” a Jesus (v. 24), ameaçam e insultam o cego (v. 28) e ao fim, o expulsam da comunidade (v. 34-35). Na realidade eles mesmos constroem o próprio julgamento de condenação diante de Deus (v. 39-41).
A aceitação ou a recusa de Jesus se torna critério de julgamento autêntico da qualidade das obras de cada pessoa e da sua real escolha entre a luz e as trevas. O duplo dinamismo que encontramos na relação do cego e das autoridades judaicas com Jesus, se torna um critério permanente para avaliar a relação de cada um com Jesus. “O julgamento consiste nisso: a luz veio no mundo, e os homens preferiram as trevas à luz. É que suas ações eram más. Quem age mal detesta a luz e não se aproxima da luz, para que não delate suas ações. Quem procede lealmente aproxima-se da luz, para que se manifeste que procede movido por Deus” (Jo 3, 19-21). 
O batismo era indicado nas catequeses dos Padres da Igreja como “iluminação” e aqueles que eram batizados eram chamados de “iluminados”. Ainda hoje um pequeno, mas significativo rito complementar da celebração do batismo, põe em evidência sua dimensão iluminadora, que abre o caminho para seguir a Jesus e partilhar seus critérios de julgamento, que não olham as aparências enganadoras mas a verdade profunda das coisas e das pessoas. 
É a entrega da vela batismal acesa no círio pascal e entregue ao batizado adulto ou aos pais e padrinhos da criança, com as palavras: “Recebei a luz de Cristo. Caminha sempre como  filho da luz, para que perseverando na fé, possas ir ao encontro do Senhor com todos os santos no reino celeste” (Rito da Iniciação Cristã dos Adultos (RICA). N. 265).
A avaliação inicial do profeta Samuel sobre os filhos de Jessé, guiado pelo aspecto exterior, e a escolha final de Davi, o mais novo, depois da correção do profeta por parte do próprio Deus, é exemplo significativo da diferença que passa entre o julgamento dos homens e o de Deus (1ª leitura).   
Como os prefácios dos outros domingos da quaresma, o de hoje proclama o louvor ao Pai, estruturando as razões específicas do seu canto a partir da mensagem fundamental do Evangelho e da sua relação intrínseca com o batismo. “Pelo mistério da encarnação, Jesus conduziu a luz da fé à humanidade que caminhava nas trevas. E elevou à dignidade de filhos e filhas os escravos do pecado, fazendo-os renascer das águas do batismo”. Este texto é um exemplo muito significativo de como toda nossa oração deveria deixar-se inspirar pela Palavra proclamada na liturgia ou meditada pessoalmente. A escuta amorosa do Pai tem que ter o primeiro lugar na oração cristã. A escuta na fé produz a palavra confiante dos filhos e das filhas. Nisto a liturgia é grande mestre de vida espiritual e de oração.  
A luz/vida recebida no batismo é uma potencialidade divina a desenvolver, deixando-se guiar pela luz interior do Espírito, e procurando viver coerentemente segundo os impulsos interiores do mesmo, que conduz a um estilo de vida no qual se manifesta e resplandece a luz do mesmo Cristo. “Vivei como filhos da luz. E o fruto da luz chama-se bondade, justiça, verdade. Discerni o que agrada ao Senhor. Não vos associais às obras das trevas que não levam a nada; antes desmascarai-as.... Desperta, tu que dormes, levanta-te dentre os mortos e sobre ti Cristo resplandecerá” (Ef 5, 8-11;14).
Na linha desta perspectiva da conformação progressiva a Cristo realizada pela sua luz transformadora, o apóstolo destaca como o caminho do discípulo, ao longo da vida, fica sendo um duro combate espiritual entre a luz de Cristo e as trevas do mundo que em nós habitam e nos circundam, e que tendem a nos ocupar novamente. É preciso fortalecer-se do poder de Deus e revestir-se da armadura do Espírito e de todos seus instrumentos (Ef 6, 10-17). 
Desde o início a sorte do Verbo, que é a vida e a luz, é a de brilhar nas trevas, de encontrar oposição, mas as trevas não conseguem apreendê-la. Pois ela é a verdadeira luz que ilumina todo homem ao vir ao mundo (cf. Jo 1, 4-5; 9). 
No contexto da solene festa judaica das cabanas, que celebrava a memória da grande aventura do êxodo, quando a nuvem e a coluna luminosa tinham guiado o caminho do povo de Deus no deserto, João faz proclamar a Jesus uma das suas auto-definições mais potentes, capaz de orientar e sustentar o caminho atribulado e as esperanças dos discípulos de todo tempo: “Eu sou a luz do mundo. Quem me segue não caminhará nas trevas, mas terá a luz da vida” (Jo 8,12). 
Paradoxo da fé! Os místicos nos falam das terríveis experiências das trevas por eles experimentadas de maneira crescente e cada vez mais doloridas, na medida em que a graça do Senhor os introduz no conhecimento e na comunhão mais profunda para com ele. 
A saída de Judas da sala da última ceia de Jesus com os discípulos, depois de ter tomado o bocado do pão molhado das mãos do próprio Jesus, marca o cume da prepotência das trevas: “Atrás do bocado entrou nele Satanás... Apenas tomou o bocado, saiu. Era noite” (Jo 13, 27;30). Mas a entrega de Jesus em plena liberdade aos inimigos, junto com a afirmação da sua suprema liberdade de Filho, se torna origem da liberdade dos discípulos frente à violência das trevas ao longo da história. 
Não parece um paradoxo a afirmação de Jesus que também os discípulos, na medida em que se deixam envolver na sua experiência de total dedicação ao Pai, se tornarão eles mesmos luz irradiante da luz de Cristo para o mundo: iluminados e iluminadores. “Vós sois a luz do mundo. Não se pode esconder uma cidade situada sobre um monte.... Brilhe do mesmo modo a vossa luz diante dos homens, para que, vendo as vossas obras, eles glorifiquem vosso Pai que está no céus” (Mt 5, 14 – 16).  
A perspectiva final da história, vislumbrada pelo profeta, e permeada pelo fermento da páscoa, não seja talvez a de uma cidade ao fim radicalmente transfigurada pela luz transformadora do Cordeiro e iluminada pela glória de Deus? “Não vi nenhum templo nela, pois o seu templo é o Senhor, o Deus todo poderoso, e o Cordeiro. A cidade não precisa do sol ou da lua para a iluminar, pois a glória de Deus a ilumina, e sua lâmpada é o Cordeiro” (Ap 21, 22-23). 
“Oh noite feliz, só tu, soubeste a hora em que o Cristo da morte ressurgia; é por isso que de ti foi escrito: A noite será luz para o meu dia! (Exultet – Proclamação da Páscoa).

quarta-feira, 30 de março de 2011

Pp. Bento XVI: “Se tu conhecesses o Dom de Deus”

CIDADE DO VATICANO, domingo, 27 de março de 2010 (ZENIT.org) - Apresentamos as palavras que Bento XVI pronunciou hoje, antes de rezar o Ângelus com milhares de peregrinos reunidos na Praça de São Pedro, no Vaticano.

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Queridos irmãos e irmãs:


O terceiro domingo da Quaresma é caracterizado pelo famoso diálogo entre Jesus e a mulher samaritana, narrado pelo evangelista João. A mulher ia todo dia tirar água de um poço antigo, que remonta ao patriarca Jacó, e nesse dia ela encontrou Jesus, sentado, "cansado do caminho" (João 4, 6). Santo Agostinho comenta: "Há uma razão para o cansaço de Jesus (...). A força de Cristo te criou; a fraqueza de Cristo te regenerou (...). Com sua força nos criou, com sua fraqueza veio nos buscar" (‘In Ioannis Evangelium', 15, 2). O cansaço de Jesus, sinal da sua verdadeira humanidade, pode ser visto como um prelúdio à sua Paixão, com a qual Ele levou a cumprimento a obra da nossa redenção. Em particular, no encontro com a samaritana, junto ao poço, surge o tema da "sede" de Cristo, que culmina com o grito na cruz: "Tenho sede" (Jo 19, 28). Certamente, esta sede, como o cansaço, tem um fundamento físico. Mas Jesus, continua dizendo Agostinho, "tinha sede da fé daquela mulher" (‘In Ioannis Evangelium', 15, 11), assim como da fé de todos nós. Deus Pai o enviou para saciar a nossa sede de vida eterna, dando-nos o seu amor, mas, para oferecer-nos este dom, Jesus pede a nossa fé. A onipotência do Amor respeita sempre a liberdade do homem; toca o seu coração e espera pacientemente pela sua resposta.
No encontro com a samaritana, destaca-se, em primeiro lugar, o símbolo da água, que faz referência clara ao sacramento do Batismo, fonte de vida nova para a fé na Graça de Deus. Este Evangelho, de fato, como recordei na catequese da Quarta-Feira de Cinzas, faz parte do antigo caminho de preparação dos catecúmenos para a iniciação cristã, que tinha lugar na grande Vigília da noite da Páscoa. "Quem beber da água que eu lhe darei - diz Jesus -, esse nunca mais terá sede. E a água que eu lhe der se tornará nele uma fonte de água que jorra para a vida eterna" (João 4,14). Esta água representa o Espírito Santo, o "dom" por excelência que Jesus veio trazer da parte Deus Pai. Quem renasce na água e no Espírito Santo, ou seja, no Batismo, entra em uma relação real com Deus, uma relação filial, e pode adorá-lo "em espírito e em verdade" (Jo 4, 23.24), como continua revelando Jesus à mulher samaritana. Graças ao encontro com Jesus Cristo e ao dom do Espírito Santo, a fé do homem chega ao seu cumprimento, como resposta à plenitude da revelação de Deus.
Cada um de nós pode colocar-se no lugar da mulher samaritana: Jesus espera por nós, especialmente neste tempo quaresmal, para falar ao nosso coração, ao meu coração. Detenhamo-nos, em um momento em silêncio, em nosso quarto, em uma igreja ou em outro lugar retirado. Escutemos sua voz, que nos diz: "Se tu conhecesses o dom de Deus...". Que a Virgem Maria nos ajude a não perder esta oportunidade, que qual depende a nossa autêntica felicidade.

terça-feira, 29 de março de 2011

AVISOS PAROQUIAIS:

Vamos rir um pouco?! Verdadeiras ou não, são muito divertidas... sorria...


Todas as frases a seguir são avisos fixados nas portas de igrejas, todos eles reais, escritos com muito boa vontade, fé e má redação.



AVISO AOS PAROQUIANOS



    • Para todos os que tenham filhos e não sabem, temos na paróquia uma área especial para crianças.

    • Quinta-feira que vem, às cinco da tarde, haverá uma reunião do grupo de mães. Todas as senhoras que desejem formar parte das mães, devem dirigir-se ao escritório do pároco.
      Interessados em participar do grupo de planejamento familiar, entrem pela porta de trás.

    • Na sexta-feira às sete, os meninos do Oratório farão uma representação da obra Hamlet, de Shakespeare, no salão da igreja. Toda a comunidade está convidada para tomar parte nesta tragédia.

    • Prezadas senhoras, não esqueçam a próxima venda para beneficência. É uma boa ocasião para se livrar das coisas inúteis que há na sua casa. Tragam os seus maridos!

    • Assunto da catequese de hoje: Jesus caminha sobre as águas.
    • Assunto da catequese de amanhã: Em busca de Jesus.

    • O coro dos maiores de sessenta anos vai ser suspenso durante o verão, com o agradecimento de toda a paróquia.

    • O mês de novembro finalizará com uma missa cantada por todos os defuntos da paróquia.

    • O torneio de basquete das paróquias vai continuar com o jogo da próxima quarta-feira.
      Venham nos aplaudir, vamos tentar derrotar o Cristo Rei!

    • O preço do curso sobre Oração e Jejum não inclui a comida.
    • Por favor, coloquem suas esmolas no envelope, junto com os defuntos que desejem que sejam lembrados.


Haverá lugar para todos na beatificação de João Paulo II

Organização desmente que se criou “situação de emergência” e incentiva a participar.
ROMA, terça-feira, 29 de março de 2011 (ZENIT.org) - "Roma está pronta para acolher todos os peregrinos que quiserem vir: temos disponibilidade de lugares, assim como todas as cidades perto de Roma."
Estas foram as palavras de Dom Liberio Andreatta, na apresentação operacional dos eventos relacionados à beatificação de João Paulo II. A reunião foi realizada na sede do Vicariato de Roma, com a presença de significativas autoridades civis, desmentindo assim as vozes que anunciavam uma situação de emergência.
Para se deslocar dentro Roma, o bilhete dos peregrinos permitirá utilizar o transporte público gratuitamente durante os três dias; o metrô funcionará 22 horas por dia (exceto das 2h às 4h).
Para chegar à capital, serão utilizados os trens, os mesmos que em dia úteis transportam milhares de pessoas, só que, nesses dias, sem o fluxo de trabalhadores. Haverá também uma "noite branca" de igrejas e locais de entrega de pacotes com alimentos.
"Esta será uma demonstração de como João Paulo II é amado", disse Dom Andreatta, que precisou: "Escolheu-se o dia 1º de maio, domingo ‘in Albis', porque é dedicado à Misericórdia Divina, porque ele quis santificar Santa Faustina e porque morreu logo depois das vésperas da Festa da Divina Misericórdia."
Os três eventos relativos à beatificação são:
- A vigília no ‘Circus Maximus', em 30 de abril, presidida pelo cardeal Agostino Valli, organizada pela diocese de Roma e à qual Bento XVI participará por meio de uma conexão de vídeo. Será possível entrar enquanto houver espaço e não se precisará de ingressos ou tickets.
- A Missa da beatificação de João Paulo II, em 1º de maio, às 10h, presidida pelo Santo Padre. Depois, na basílica de São Pedro, no altar da Confissão, será aberta a veneração dos restos mortais de João Paulo II, até o final da fila de fiéis.
- A Missa de Ação de Graças, na segunda-feira, 2 de maio, em São Pedro. O evento conclusivo será presidido pelo secretário de Estado, cardeal Tarcisio Bertone.
Durante a coletiva de imprensa, foi reiterado várias vezes que não haverá tickets para entrar no ‘Circus Maximus' nem em São Pedro. Ninguém pode, portanto, vender bilhetes de entrada para os eventos.
A organização do evento foi confiada à Obra Romana de Peregrinações (ORP), que preparará, no ‘Circus Maximus', o sistema de vídeo, áudio e palco para a celebração da vigília, que estará conectada, pela internet, a cinco santuários do mundo.
As áreas periféricas de São Pedro serão equipadas com telões: Castel Sant'Angelo, Via della Conciliazione, Piazza Risorgimento e outros lugares, tudo gerido por 2.500 voluntários.
Também serão distribuídos pacotes com alimentos; a ‘Nestlé' doou um milhão de garrafas de água. Haverá um kit de informações, com passeios na região do Lácio, que estão relacionados com a vida de João Paulo II, além de serviços de cuidados à saúde. Serão facilitadas as tarifas de trem, de companhias aéreas, navios etc.
"Os custos, ao contrário de outras vezes, considerando a difícil situação econômica atual - disse Dom Andreatta -, não pretendem pesar nos balanços das administrações públicas." E indicou: "Nós sabemos, através da Cáritas, que muitas famílias têm dificuldade para chegar ao final do mês. E embora cada evento traga riqueza, porque a prefeitura acaba recolhendo impostos, o verdadeiro evento é religioso e, portanto, queremos pensar também nessas famílias".
"O custo estimado é de três ou quatro euros por pessoa. Não se sabe, portanto, o montante total do evento, visto que variará segundo a quantidade de pessoas que vierem a Roma", disse Dom Andreatta, acrescentando: "No final do evento, será divulgado o orçamento de forma transparente, de modo a saber como os recursos foram utilizados. Tudo faturado e com IVA".
O Pe. Caesar Atuire, administrador da ORP, reiterou: "Não há nenhuma emergência, há lugares para todos. Venham a Roma, que Roma os acolherá".
Sobre os preços inflacionados de hotéis, lembrou que assinaram um decálogo ético com a federação hoteleira e as coisas estão voltando ao normal. E reiterou que "ninguém está autorizado a vender ingressos para entrar na Praça de São Pedro nem para outros eventos".
Atuire recordou que "ninguém será deixado de fora por motivos financeiros; os jovens que não têm como pagar alojamento terão lugares exclusivos para dormir".
Em relação ao estacionamento, haverá várias áreas em torno de Roma. Assim, o sistema será reforçado com meios de transporte e principal será o trem. Também haverá estacionamentos facilitados para pessoas portadoras de deficiência.
O tempo aconselhado para viver bem o evento, disse o Pe. Atuire, é de três dias.
"Haverá uma organização modular- reiterou -, que permitirá assistir todos os peregrinos que quiserem vir. O número pode mudar e nós estamos prontos." Estima-se que serão pelo menos 300 mil peregrinos.
Após o evento, se sobrarem fundos das doações recebidas, serão destinados a um refeitório para os desabrigados na área da estação Termini.
Sobre a coincidência com as celebrações de 1º de maio, considerado por alguns como uma data que a Igreja está "roubando" dos trabalhadores, o Pe. Atuire disse que "não existe conflituosidade com o concerto de São João de Latrão, porque a cerimônia será de manhã e o concerto, à tarde". Ele também lembrou que o dia 1º de maio é a festa de São José Operário e que a palavra "roubo" sugere uma ideologização.
Em 5 de abril, haverá uma coletiva de imprensa institucional, com o conteúdo do evento e alguns novos detalhes.
Sobre a presença de 300 mil peregrinos, considerados poucos com relação aos dois milhões estimados inicialmente, o gerente da ORP considerou que depende também de como são feitos os cálculos, visto que, se forem baseados nos eventos, pode-se chegar até a 1,5 milhão.
Abriu-se, além disso, uma conta em diversos bancos e os doadores não pagarão taxas extras.
Do selo comemorativo se ocupará o Ministério do Desenvolvimento e ele será oficialmente entregue em 29 de abril, junto com a medalha; ambos estão baseados em uma foto de João Paulo II, tirada em 1999.

segunda-feira, 28 de março de 2011

Conto Contigo

Estou aqui para partilhar com vocês a alegria de poder contar com amigos na fé... São difícil de encontrar... Mas quando encontramos digo a vocês é uma alegria que não conseguimos colocar em palavras... Por isso deixo a vocês esta letra da música Conto Contigo – Shalom.

Quando eu não ouvir a Tua voz
E em meio ao deserto eu, então, me encontrar,
A fé me fará ir além, prosseguir.
E o Teu Santo Espírito virá sobre mim!

Quando minha força acabar
E eu descobrir que por mim mesmo "não dá",
A fé me fará ir além, prosseguir.
E o Teu Santo Espírito virá sobre mim!

Eu conto contigo e
Não vacilo se em Ti confiar!
E quando sou fraco,
Tua força vem me sustentar!

Meus irmãos e minhas queridas irmãs do Grupo de Oração Jovem Nossa Senhora de Pentecostes, saibam que podem contar comigo. Clamaremos junto à força do Alto... O Espírito Santo de Deus.

domingo, 27 de março de 2011

Um dos melhores e-mails que já li.




Imagine que é uma típica tarde de sexta - feira e você está dirigindo em direção à sua casa.Você sintoniza o rádio. O noticiário está falando de coisas de pouca importância. Você ouve que numa cidadezinha distante morreram 3 pessoas de uma gripe, até então, totalmente desconhecida.  Na segunda-feira, quando acorda, escuta que já não são 3, mas 30.000, as pessoas mortas pela tal gripe, nas colinas remotas da Índia.de Doenças dos EUA . 
 

Começa o pânico na Europa. As informações dizem que, quando você contrai o vírus, é questão de uma semana de vida. Em seguida, as pessoas têm 4 dias de sintomas horríveis e morrem. 


De repente, vem a notícia esperada: conseguiram decifrar o código de DNA do vírus. É possível fabricar o antídoto! É preciso, para isso, conseguir sangue de alguém que não tenha sido infectado pelo vírus. 

Corre por todo o mundo, a notícia de que as pessoas devem ir aos hospitais fazer análise de seu sangue e doar para a fabricação do antídoto. 

Você vai de voluntário com toda sua família, juntamente com alguns vizinhos, perguntando-se, o que acontecerá. Será este o final do mundo? De repente, o médico sai gritando um nome que leu em seu caderno. O menor dos seus filhos está ao seu lado, se agarra na sua jaqueta, e lhe diz:
Pai? Esse é meu nome! 
E antes que você possa raciocinar, estão levando seu filho, e você grita: 
"Esperem!" 
E eles respondem: 
"Tudo está bem! O sangue dele está limpo, e é sangue puro. 

Achamos que ele tem o sangue que precisamos para o antídoto." 
Depois de 5 longos minutos, saem os médicos chorando e rindo ao mesmo tempo. 
E é a primeira vez que você vê alguém rindo em uma semana.-"Posso falar-lhes um momento? Não sabíamos que o doador seria uma criança e precisamos que o senhor assine uma autorização para usarmos o sangue de seu filho." 

Quando você está lendo, percebe que não colocaram a quantidade de sangue que vão usar, e pergunta: 
"Mas, qual a quantidade de sangue que vão usar?" 
O sorriso do médico desaparece e ele responde: 
- "Não pensávamos que fosse uma criança. Não estávamos preparados...Precisamos de todo o sangue de seu filho..."Você não pode acreditar no que ouve e trata de contestar:"Mas...mas..." 
O médico insiste: 
-"O senhor não compreende? Estamos falando da cura para o mundo inteiro! Por favor, assine! Nós precisamos de todo o sangue!" 
Você, então, pergunta:-"Mas vocês não podem fazer-lhe uma transfusão?"E vem a resposta:"Se tivéssemos sangue puro, poderíamos. Assine! Por favor, assine!” Em silêncio, e sem ao menos poder sentir a caneta na mão, você assina. 

Perguntam-lhe: -"Quer ver seu filho agora?" 
Ele caminha na direção da sala de emergência onde se encontra seu filho, que está sentado na cama, e ele diz: -"Papai!? Mamãe!? O que está acontecendo?" 
Sagrada Familia
O pai segura na mão dele e fala: -"Filho, sua mãe e eu lhe amamos muito e jamais permitiríamos que lhe acontecesse algo que não fosse necessário, você entende?” O médico regressa e diz:-"Sinto muito senhor, precisamos começar, gente do mundo inteiro está morrendo, o senhor pode sair?"
Nisso, seu filho pergunta: -"Papai? Mamãe? Por que vocês estão me abandonando?" 
E na semana seguinte, quando fazem uma cerimônia para honrar o seu filho, algumas pessoas ficam em casa dormindo, e outras não vêm, porque preferem fazer um passeio ou assistir um jogo de futebol na TV. 

E outras veêm, mas como se realmente não estivessem se importando. Aí você tem vontade de parar e gritar: 
- MEU FILHO MORREU POR VOCÊS!!! NÃO SE IMPORTAM COM ISSO? 
Talvez isso é o que DEUS nos quer dizer: 
-MEU FILHO MORREU POR VOCÊS!!! NÃO SABEM O QUANTO EU OS AMO? 
É curioso como é simples para algumas pessoas debocharem de Deus, e dizer que não entendem como o mundo caminha de mal para pior. É curioso como acreditamos em tudo aquilo que lemos nos jornais, mas questionamos as palavras de Deus. É curioso como todos querem ir para o Céu, mas nada fazem para merecê-lo. É curioso como as pessoas dizem: "Eu creio em Deus!", mas com suas ações, mostram totalmente o contrário. 

É curioso como você consegue enviar centenas de piadas através de um correio eletrônico, mas quando recebe uma mensagem a respeito de Deus, pensas duas vezes antes de compartilhá-la com os outros. 
É curioso como a luxúria, crua, vulgar e obscena, passa livremente através do espaço, mas a discussão pública de DEUS é suprimida nas escolas e locais de trabalho.CURIOSO, NÃO É?
É curioso como me preocupo com o que as pessoas pensam de mim, mas não me preocupo com aquilo que DEUS possa pensar de mim. Depois de terminar de ler esta mensagem, se realmente sentir em seu coração que deve compartilhá- la, envie aos seus amigos. Talvez eles estejam precisando, exatamente, de ler uma mensagem como esta. 
Pensem nisso... 


SOMENTE REPITA ESTA FRASE E VEJA COMO SE MOVE;

"DEUS...
SENHOR, TE AMO E NECESSITO DE TI, ESTÁS EM MEU CORAÇÃO , ABENÇOE MINHA FAMÍLIA, MINHA CASA, MINHAS FINANÇAS E OS MEUS AMIGOS. 
EM NOME DE JESUS ,
AMÉM!”

sábado, 26 de março de 2011

Milagres de São Pio de Pietrelcina


É muito difícil estabelecer uma definição para a palavra “milagre”. Os Milagres são considerados expressões do sobrenatural. Nós também podemos dizer que um milagre é um fenômeno que ocorre contrário as leis naturais já conhecidas e obedecem a uma força superior: a de Deus.
A vida do Padre Pio é cheia de milagres. Mas nós temos que prestar atenção à natureza do milagre, que é sempre divina. Desta maneira o Padre Pio sempre convidou as pessoas a agradecer a Deus, verdadeiro autor dos milagres.
1 – SARANDO A QUEIMADURA
O primeiro milagre atribuído ao do Padre Pio, aconteceu em 1908. Naquela época ele morava no convento de Montefusco. Um dia ele decidiu ir à floresta para colher castanhas em uma bolsa. Ele enviou essa bolsa para sua tia Daria em Pietrelcina. Ela sempre foi muito afetuosa para com ele. A sua tia recebeu a bolsa e comeu as castanhas e depois guardou-a como lembrança.

Poucos dias depois sua tia Daria estava procurando algo em uma gaveta onde o seu marido normalmente guardava pólvora. Era noite e ela estava usando uma vela quando de repente a gaveta pegou fogo. O fogo atingiu Tia Daria e num instante, ela pegou a bolsa que tinha as castanhas de Padre Pio e a pôs na sua face. Imediatamente sua dor desapareceu e não ficou nenhuma ferida ou queimadura na sua face.
2 – DE ONDE VIERAM OS PÃES? 
Durante a Segunda Guerra Mundial, na Itália, o pão era racionado. No convento do Padre Pio havia sempre muitos convidados e pessoas pobres que iam até lá pedir comida. Um dia, os monges foram para o refeitório e perceberam que na cesta tinha aproximadamente um quilo de pão. Todos os irmãos rezaram e se sentaram antes de começar a comer e o Padre Pio foi à Igreja.

Depois de um tempo ele voltou com muitos pães nas mãos. O Superior perguntou para Padre Pio: “Onde você conseguiu os pães? ” e Padre Pio respondeu: “Um peregrino à porta me deu “. Ninguém falou, mas todo o mundo concluiu que só Padre Pio poderia encontrar esse tal peregrino.
3 – QUEM REPÔS AS HÓSTIAS? 
Uma vez no convento do Padre Pio, um frade deixou de colocar hóstias suficientes para a celebração, pois havia poucas disponíveis. Mas depois das confissões Padre Pio pegou as hóstias, começou a entregar a Sagrada Comunhão às pessoas e ao término da celebração sobraram muitas hóstias, mais do que eles tinham antes.

4 – ALGUÉM SEGUROU A CARTA? 
Uma filha espiritual do Padre Pio estava lendo uma carta dele a beira de uma estrada. O vento fez a carta voar e rolar por uma ribanceira. A carta já estava longe quando deixou de voar e caiu e ficou presa numa pedra. Desse modo foi possível recuperar a carta. No dia seguinte ela se encontrou com o Padre Pio, que lhe disse: “Você tem que prestar mais atenção no vento da próxima vez. Se eu não tivesse posto meus pés na carta ela se teria perdido”.

5 – O FILHO PERDIDO REAPARECE
A sra. Cleonice Morcaldi, filha espiritual do Padre Pio, disse: “Durante a Segunda Guerra Mundial meu sobrinho estava prisioneiro. Nós não tínhamos recebido notícias durante um ano e todo mundo acreditou que ele havia morrido. Os Pais dele pensavam a mesma coisa. Um dia a mãe dele foi ao Padre Pio e se ajoelhou em frente ao frade que estava no confessionário e disse: “Por favor, diga-me se meu filho está vivo. Eu não vou embora se você não me falar. Padre Pio simpatizou-se com ela e tendo piedade de suas lágrimas disse: “Levante-se e fique tranqüila”.

Alguns dias depois, eu não pude resistir diante da dor dos Pais, e assim decidi pedir um milagre para Padre Pio. Eu disse: “Padre, eu vou escrever uma carta a meu sobrinho Giovannino. Eu só escreverei o nome dele no envelope por que nós não sabemos onde ele está. Você e seu Anjo da Guarda levarão a carta até ele.” Padre Pio não respondeu.
Eu escrevi a carta e pus em minha mesa, de noite, para entregá-la na manhã seguinte ao Padre Pio. Ao amanhecer, para minha grande surpresa e medo a carta não estava mais lá. Eu fui correndo até o Padre Pio para lhe agradecer e ele me disse: “Dê graças a Nossa Senhora”. Quase quinze dias depois nosso sobrinho respondeu a carta. Então toda nossa família ficou contente, dando graças a Deus e ao Padre Pio”.
6 – CLARIVIDÊNCIA
Durante a Segunda Guerra Mundial o filho da Sra. Luisa, que era Oficial da Real Marinha Britânica, era motivo de angústia para a sua mãe, pois ela orava diariamente para a conversão e salvação do seu filho. Um dia um viajante inglês chegou a San Giovanni Rotondo, trazendo alguns jornais da Inglaterra. Luísa quis ler os jornais. Ela leu notícias do afundamento do navio em que o filho dela estava.

Ela foi chorando ver o Padre Pio, que a consolou imediatamente: “Quem lhe falou que seu filho morreu?” Na realidade Padre Pio pôde dizer exatamente o nome e o endereço do hotel onde o jovem oficial estava, depois de ter escapado do naufrágio no Atlântico. Ele estava naquele hotel a espera do novo cargo. Imediatamente Luisa lhe enviou uma carta e depois de 15 dias obteve uma resposta do seu filho”.
7 – ESTAVA MORTA E VOLTOU À VIDA
Havia uma tal mulher nobre e boa em San Giovanni Rotondo que o Padre Pio disse que era impossível, achar qualquer falha em sua alma para perdoar. Em outras condições, ela viveu para ir para o céu. Ao término da Quaresma Paulina estava tremendamente doente. Os doutores não lhe deram esperanças. O marido dela e as cinco crianças deles foram para o convento rezar e pedir ajuda para Padre Pio. Duas das cinco crianças correram em direção ao Padre Pio chorando. O Padre Pio ficou perturbado; e então tentou consolá-los prometendo que ia rezar para eles, nada mais!

Alguns dias depois, mais ou menos às sete horas da manhã, as coisas mudaram. Na realidade ele pediu em favor de Paulina, de forma que isto a curou. E ele disse-lhes: “Ela se recuperará no Dia da Páscoa. Mas durante a sexta- feira Santa, Paulina perdeu a consciência, e ela logo depois no dia de sábado havia entrado em estado de coma; finalmente, depois de algumas horas, Paulina morreu.
Alguns dos seus parentes levaram o vestido de noiva dela para vesti-la, isto de acordo com uma velha tradição. Outros parentes correram para o convento para pedir um milagre ao Padre Pio. Ele lhes respondeu:” Ela ressuscitará. E foi para o altar para celebrar a Santa Missa. Quando o Padre Pio começou a cantar o Glória e o som dos sinos que anunciam a ressurreição de Cristo, ele deu um forte grito e os olhos dele estavam cheio de lágrimas.
No mesmo momento, Paulina ressuscitou e sem qualquer ajuda ela desceu da cama, se ajoelhou e orou três vezes o Credo. Então eles se levantaram e sorriram. “Ela ressuscitou”. Na realidade o Padre Pio não tinha dito, “ela ressuscitará” e sim “ela se recuperará”. Quando eles lhe perguntaram que se passou durante o tempo em que ela estava morta ela respondeu: “Eu subi, eu subi, eu subi; até que eu entrei em uma grande luz, e de repente eu voltei”.