quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

#ORDEM


“Quando me atemorizo por ser para vós, consola-me o que sou convosco. Para vós sou bispo, convosco sou cristão. Aquilo designa o ministério; isto, a graça. Aquilo, o perigo; isto, a salvação.” Santo Agostinho


Um ministro católico ordenado não celebra os sacramentos por força própria ou por perfeição moral (que ele, freqüente e infelizmente, não tem), mas in persona Christi. Pela sua ordenação, cresce nele a força de Cristo, que transforma, cura e salva. Porque um ministro ordenado de si nada tem, é acima de tudo um servo. Por isso, o sinal de reconhecimento de um autentico ministro ordenado é o humilde assombro pela sua própria vocação. § 250 YouCat

Muitas são as pessoas que querem “deixar tudo para ficar com o Tudo” (S. João da Cruz), sentindo no coração o impulso para ser todo de Deus. Mas como se encontrar entre os vários estados de vida? Sendo assim, uma parte importante para o discernimento vocacional é a Convivência Vocacional. É uma experiência daquele que deseja ingressa em algum Instituto Religioso, Seminário Diocesano, Comunidade de Vida, enfim, uma convivência do dia a dia com aqueles que já fizeram sua opção. É uma chance de se conhecer mais de perto o ambiente e aqueles que ali já vivem o estado de vida que se deseja abraçar. E melhor, para aqueles que se sentem chamados à Vida Consagrada, é a chance de se conhecer o Carisma no dia a dia daqueles homens ou mulheres que já o vivem. Assim, a convivência vocacional é uma oportunidade que devemos abraçar quando acreditamos valer a pena seguir por aquele caminho; ali Deus falará mais forte ao coração, confirmando seu chamado naquele lugar ou em qualquer outro onde Ele deseja que estejamos. Afinal, sabemos que nossa felicidade somente será verdadeira quando estivermos no caminho que Deus escolheu para nós desde seu sonho conosco. Desafie-se, se lance, abrace a oportunidade de Deus em sua vida. Siga sua vocação e seja feliz!

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